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	<title>Araripina Pernambuco - Colaborativo &#187; cultura</title>
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		<title>Deputado Antonio Moraes desagrava blogueiro Magno Martins por supostas mentiras veiculadas pelo jornalista</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 04:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SANDRO MORAES</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p><div id="attachment_13130" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><a href="http://www.araripina.com.br/wp-content/uploads/2011/12/DEPUTADO-ANTONIO-MORAES.jpg"><img src="http://www.araripina.com.br/wp-content/uploads/2011/12/DEPUTADO-ANTONIO-MORAES-1024x640.jpg" alt="" title="DEPUTADO ANTONIO MORAES" width="1024" height="640" class="size-large wp-image-13130" /></a><p class="wp-caption-text">FACEBOOK DO DEPUTADO ANTONIO MORAES </p></div>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado estadual Antonio Moraes usou o facebook para desferir severas críticas contra o jornalista Magno Martins, que, segundo o parlamentar, estaria denegrindo a imagem do deputado em seu blog com relação à questão da votação da volta do consumo de bebidas alcoólicas dentro dos estádios pernambucanos e o teria caluniado por tentativa de agressão em um restaurante chique do Recife. Segundo testemunhas presentes, a estória foi bem outra e o parlamentar apenas se dirigiu ao blogueiro para reclamar de supostas distorções de notícias contra o deputado desferidas no blog do Magno Martins.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis a nota publicada pelo deputado estadual contra o blogueiro Magno Martins, na íntegra:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Desde que apresentamos o projeto que libera a venda de cerveja em lata nos estádios, o blogueiro Magno Martins vem me acusando de lobby com as cervejarias, me caluniando constantemente. Em duas oportunidades enviei nota para o blog do Magno explicando todo o processo. Foi realizada inclusive uma audiência pública para debater o projeto, onde toda a imprensa de Pernambuco foi convidada.</p>
<p style="text-align: justify;">Defendo que as pessoas se manifestem da forma como bem quiserem, afinal vivemos num país democrático onde as opiniões são respeitadas. Mas acontece que Magno usa do seu blog para criar uma polêmica que já vem passando dos limites.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, quando eu ia chegando no Spettus, Ele veio ao meu encontro estendendo a mão e fui sincero ao dizer que não apertaria a mão dele. Aproveitei a oportunidade e desabafei, porém, não houve nenhum tipo de agressão como afirma o blogueiro que vem usando o seu instrumento de comunicação para manipular a verdade e distorcer os fatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem me conhece sabe que sou avesso a qualquer tipo de violência. Venho sendo constantemente bombardeado por acusações infundadas, pondo em risco meu caráter e compromisso com o povo pernambucano ao longo desses 12 anos de mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois da publicação da nota, várias pessoas externaram apoio ao parlamentar e acusaram o jornalista Magno Martins de ser mau caráter e de se utilizar da mídia para fazer sensacionalismo e destruir a carreira de pessoas sem a mínima responsabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">- Ary Moraes: esse &#8220;jornalista&#8221; pensa que pode falar o que quiser, ofender a vontade e ainda tem a cara de pau de querer lhe cumprimentar? tenha vergonha na cara senhor magno.<br />
quarta às 07:56</p>
<p style="text-align: justify;">Armindo Gomes de Andrade: este jornalista é mau carater.<br />
quarta às 08:16</p>
<p style="text-align: justify;">Deputada Terezinha Nunes: Caro Antonio, todos sabemos da sua lisura e que está agindo pensando no bem comum, com apoio inclusive em juízes que atestam ser a venda de bebidas fora dos estádios ainda mais prejudicial do que dentro deles. Mas como assunto polêmico seria normal opinião contrárias. Acho que Magno tomou partido no caso e aí foi criada toda esta confusão. Espero que se chegue a um denominador comum e a imprensa precisa esclarecer direito a população. Tenho certeza que havendo esclarecimento tudo se resolve. Não entendi a colocação de Magno sobre loby pois a bebida é vendida de todo jeito, dentro ou fora do estádio.<br />
quarta às 08:46</p>
<p style="text-align: justify;">Angelo Mota esse magno não é quem aparenta, que faz jornalismo com sinceridade. aqui em machados fomos vitima da falta de profissionalismo dele. como veremos a seguir. ELE PUBLICOU QUE O PREFEITO DE MACHADOS TINHA UMA APROVAÇÃO DE 82% BASEADO NUMA PESQUISA SEM CREDIBILIDADE, QUANDO LHE ENVIEI UMA PUBLICAÇÃO DO TCE REPROVANDO AS CONTAS DO PREFEITO ELE NADA PUBLICOU. Fica uma pergunta ao DR Magno será que ele não publica nada da verdade que acontece com o prefeito de machados porque fez uma palestra paga aqui. QUEM SABE DIREITINHO COMO É O PROFISSIONALISMO DE MAGNO MARTINS É JOÃO CARLOS PAES MENDONÇA. PARABÉNS DEPUTADO MACHADOS ESTÁ SOLIDÁRIO A VC.<br />
Ontem às 19:38</p>
<p style="text-align: justify;">Lucas Moraes: Esse falso jornalista que usa do seu blog para fazer um jornalismo parcial e irresponsável, merece é ser punido penalmente por difamação. Pessoas assim só mostram que não tem caráter, usando o poder da mídia para manipular as pessoas. Todos que conhecem o Dep. Antônio Moraes, sabem da sua índole e nesses 12 anos de mandato legislativo e em toda sua vida, nunca houve nada que desabonasse seu caráter, sua integridade.<br />
quarta às 09:23</p>
<p style="text-align: justify;">Magno Martins é o mesmo jornalista que mantem um programa em uma emissora de FM em Araripina e estava pintando de autoridade perante centenas de pessoas na inauguração da Rádio Brasil Sat FM na praça da Igreja Católica de Araripina e foi convidado como &#8220;estrela&#8221; para proferir palestra na FACIAGRA a dois meses passados para estudantes de Direito, Ciências Agrárias e Contabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">SANDRO MORAES<br />
JORNALISTA PROFISSIONAL DIPLOMADO<br />
1.584-DRT/PE<br />
ADVOGADO<br />
13.888-OAB/PE</p>
<p>Em face de ofensas descabidas, o Autor, mesmo não sendo proprietário do site, através da Lei de Direitos Autorais e da Lei de Imprensa, se reserva no direito de moderar os comentários sob pena de ação judicial:</p>
<p>1) O Uso de palavrão deve ser evitado e jamais será aceito se usado para ofender outro participante. Será usado de moderação;<br />
2) Toda e qualquer atitude desagregadora deve ser comunicada aos moderadores do grupo;<br />
3) Lembramos que não utilizamos o grupo para negócios ou outros fins, o grupo se destina apenas a debater ;<br />
4) O Usuário será advertido se não cumprir com os itens acima. A decisão será tomada pelos administradores do Grupo<br />
5) Não nos responsabilizamos por opiniões dos usuários nem pelo conteúdo dos seus posts, portanto, as opiniões aqui reportadas não expressam a opinião do Grupo .<br />
6) Os Administradores reservam-se no direito de excluir quaisquer mensagens, sem prévio aviso, que julguem ofensivas ou inadequadas a quaisquer normas de conduta dos usuários.<br />
7) Publicações com mesmo conteúdo serão removidas<br />
 <img src='http://www.araripina.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Evitem o uso de letras em&#8221; caixa alta &#8220;</p>
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		<title>Centro comercial de Araripina sem semáforos é perigo para pedestres e motoristas</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 04:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SANDRO MORAES</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Várias ruas de Araripina são sinalizadas por semáforos. Mas, por incrível que pareça, no centro comercial da cidade que compreende o quadrilátero Caixa Econômica Federal/Igreja Universal do Reino de Deus, Banco do Brasil/Casas A Cearense, Bradesco/Secretaria da Fazenda de Pernambuco e Banco Santander/Igreja Católica não existe um único sinal eletrônico de trânsito. E por mais campanhas que as autoridades tenham feito e notícias tenham saído na Rede Globo de Televisão mostrando o caótico tráfego na cidade, que vai de obstrução de entrada e saída de garagens por abusados a estacionar em locais proibidos, não se mostrou a degradação que é a olhos vivos andar de automóvel no centro da cidade ou caminhar como transeunte. O perigo é constante como profissional e isentamente pôde-se se verificar in loco.</p>
<p>Numa simples observação de meio dia, pela parte de uma manhã, uma senhora idosa quase foi atropelada e um portador de necessidades especiais (cadeirante) passou mais de 25 minutos para poder atravessar uma das principais vias do centro, tudo documentado e filmado.</p>
<p>Ao lado da Caixa Econômica Federal é, sem dúvida, o ponto mais crítico tanto para motoristas quanto para pedestres. Jornalisticamente, de forma imparcial,  observou-se que nesse ponto os riscos de acidente é de médio para alto.</p>
<p>No cruzamento onde hoje se instala um restaurante chinês, por trás do velho Clube Arca, quando baixava-se a filmadora uma moto em alta velocidade quase que colidiu com um carro particular, gerando um rápido bate-boca, não tendo maiores consequências tendo em vista a evasão do motociclista, que, também, não usava capacete.</p>
<p>Constate o leitor com seus próprios olhos a veracidade dos fatos e a bagunça que reina no trânsito no centro comercial de Araripina.</p>
<p>SANDRO MORAES<br />
JORNALISTA PROFISSIONAL DIPLOMADO<br />
1.584-DRT/PE<br />
ADVOGADO<br />
13.888-OAB/PE</p>
<p>Em face de ofensas descabidas, o Autor, mesmo não sendo proprietário do site, através da Lei de Direitos Autorais e da Lei de Imprensa, se reserva no direito de moderar os comentários sob pena de ação judicial:</p>
<p>1) O Uso de palavrão deve ser evitado e jamais será aceito se usado para ofender outro participante. Será usado de moderação;<br />
2) Toda e qualquer atitude desagregadora deve ser comunicada aos moderadores do grupo;<br />
3) Lembramos que não utilizamos o grupo para negócios ou outros fins, o grupo se destina apenas a debater ;<br />
4) O Usuário será advertido se não cumprir com os itens acima. A decisão será tomada pelos administradores do Grupo<br />
5) Não nos responsabilizamos por opiniões dos usuários nem pelo conteúdo dos seus posts, portanto, as opiniões aqui reportadas não expressam a opinião do Grupo .<br />
6) Os Administradores reservam-se no direito de excluir quaisquer mensagens, sem prévio aviso, que julguem ofensivas ou inadequadas a quaisquer normas de conduta dos usuários.<br />
7) Publicações com mesmo conteúdo serão removidas<br />
 <img src='http://www.araripina.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Evitem o uso de letras em&#8221; caixa alta &#8220;</p>
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		<title>Cacá Lopes lança livro sobre Luiz Gonzaga</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 11:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um século de Gonzagão Muitos livros já foram escritos sobre Luiz Gonzaga. Na literatura de cordel, então, é impossível precisar a quantidade de folhetos que enfocam o Rei do Baião. É a personalidade musical mais biografada, ao lado de Roberto Carlos e Raul Seixas. Antecipando as comemorações do centenário de nascimento deste grande artista pernambucano, [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Um século de Gonzagão</p>
<p>Muitos livros já foram escritos sobre Luiz Gonzaga. Na literatura de cordel, então, é impossível precisar a quantidade de folhetos que enfocam o Rei do Baião. É a personalidade musical mais biografada, ao lado de Roberto Carlos e Raul Seixas. Antecipando as comemorações do centenário de nascimento deste grande artista pernambucano, a Ensinamento Editora, de Brasília-DF, acaba de lançar Vida e Obra de Gonzagão, assinado por Cacá Lopes, que passou quase uma década gerando as quase 400 estrofes escritas em seis versos. Desde o nascimento na fazenda Caiçara, município de Exu, no sertão de Pernambuco, até a morte no Recife, passando pelas influências de dezenas de artistas brasileiros e homenagens póstumas, a impressionante trajetória do Rei do Baião ganha seu mais completo registro em cordel.</p>
<p>A responsabilidade de Cacá Lopes é grande, portanto, é enorme. E ele não se fez de rogado. Muitas são as estrofes dignas de nota, mas esta, que trata do batismo do pequeno Luiz, chama a<br />
atenção pela palavra pagão, comprobatória do envolvimento do autor com o tema:</p>
<p>Os padrinhos do menino<br />
Também são da região,<br />
O Sr. João Moreira<br />
E Dona Neném, que não<br />
Mediram esforços, Luiz<br />
Deixava de ser pagão.</p>
<p>Pagão é o menino não batizado, segundo a doutrina católica. Outro costume, herdado de Portugal, o de batizar a pessoa com o nome o Sato festejado no dia do nascimento, não foi esquecido por Cacá Lopes:</p>
<p>O nome Luiz Gonzaga<br />
Do Nascimento foi dado,<br />
Na igreja de Exu<br />
O bebê foi batizado<br />
Dia 5 de janeiro<br />
Gonzaga foi consagrado.</p>
<p>O Nascimento, sugestão do padre José Fernandes, deve-se ao fato de o menino ter nascido em dezembro, mês do Natal. O Luiz é uma homenagem à Santa Luzia, festejada a 13 de dezembro, data em que Gonzaga veio ao mundo.</p>
<p>Sobre o Autor:<br />
José Edivaldo Lopes, em arte Cacá Lopes, nasceu 24 dia agosto de 1962, no sitio lagoa da onça, há 14 km de Araripina-PE, no sopé da serra do Araripe.  Iniciou sua trajetória artística na Rádio Grande Serra AM em sua terra natal, quando lançou seu 1º disco. Radicado em São Paulo desde 1984, mantém uma carreira consolidada como cantor, compositor e instrumentista, com 6 CDs lançados e várias coletâneas. Como cordelista, é autor de vários folhetos de poesia popular(Luzeiro editora) e adaptou para o cordel o clássico infantil Cinderela, de Charles Perrault.(Ed. Claridade) Percorre escolas e universidades há 18 anos com o espetáculo Música e Cordel nas Escolas, assistido por aproximadamente um milhão de alunos e educadores da rede pública municipal e estadual de São Paulo. É também um dos integrantes do movimento Caravana do Cordel.</p>
<p>Ficha Técnica:</p>
<p>Vida e Obra de Gonzagão – O mais completo cordel ilustrado sobre Luiz Gonzaga<br />
Autor: Cacá Lopes<br />
Editora: Ensinamento<br />
Prefácio: Marco Haurélio<br />
Texto: Assis Ângelo<br />
Capa: Valdério Costa<br />
Ilustrações: Maércio Lopes/Valdério Costa<br />
Nº de páginas: 191<br />
ISBN: 9788562410932<br />
Preço: R$ 32,00</p>
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		<title>CORDEL NAS ESCOLAS é destaque em Jornal de Goiana-GO</title>
		<link>http://www.araripina.com.br/cordel-nas-escolas-e-destaque-em-jornal-de-goiana-go</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 18:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando ainda não havia O rádio e a televisão E os jornais não chegavam Pra toda população O folheto de Cordel Era o jornal do Sertão Lendo folhetos, então O nosso povo sabia Lenda de rei e princesa E fato que acontecia&#8230; Por ser cultura do povo Inda resiste hoje em dia” Sim, o Cordel [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Quando ainda não havia<br />
O rádio e a televisão<br />
E os jornais não chegavam<br />
Pra toda população<br />
O folheto de Cordel<br />
Era o jornal do Sertão</p>
<p>Lendo folhetos, então<br />
O nosso povo sabia<br />
Lenda de rei e princesa<br />
E fato que acontecia&#8230;<br />
Por ser cultura do povo<br />
Inda resiste hoje em dia”</p>
<p>Sim, o Cordel ainda resiste, encantado como toda literatura, e de tão importante virou até nome de novela global. Os versos acima, que destacam a importância desse gênero, são do cordelista cearense Arievaldo Viana, criador do projetoAcorda Cordel na Sala de Aula.<br />
Seu objetivo? Levar esse rico recorte da cultura brasileira às crianças e jovens por meio de palestras e apresentações em escolas. O trabalho inclui também uma caixa de folhetos, que são lidos e trabalhados nas escolas.<br />
E até uma apostila com metodologia de trabalho para o uso do Cordel na Educação foi criada. Nela, Viana explica as origens do gênero, seu desenvolvimento no Brasil, suas regras básicas e como se constrói um folheto.<br />
De tão atrativo, o material se transformou em livro. Com o apoio de algumas prefeituras do Ceará e da Petrobras, virou também um kit, composto por livro, caixa com 12 folhetos e um CD com dez poemas musicados.<br />
 O trabalho não ficou restrito ao Nordeste. Viana já levou o projeto às Minas Gerais, Tocantins, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília. “O Cordel não é exclusividade das escolas nordestinas, até porque a arte do trovadorismo está presente no mundo inteiro”, avalia o cordelista.<br />
Não acredita? Viana dá exemplos: o Cordel está também no Cururu de São Paulo, no Calango Mineiro, no Partido Alto, do Rio, nos Gaiteiros gaúchos e também nos peões de rodeio do Cerrado.<br />
“O folheto de Cordel é uma coisa extremamente dinâmica, agradável, de uma leitura muito bonita”. Viana lembra que, quando criança, se esforçou para aprender as letras e juntar as sílabas justamente por conta do desejo de decifrar a mensagem dos folhetos que a avó lia para ele.<br />
Assim também várias crianças nordestinas aprenderam a ler.  É esse entusiasmo com o Cordel que hoje ele tenta passar em suas visitas às escolas.  O cordelista acredita que ter o assunto em sala de aula é importante principalmente no que diz respeito à valorização da legítima cultura brasileira. Mas não pode ser algo obrigatório, alerta ele. “É bom quando há uma empatia tanto por parte do educador quanto dos próprios alunos. E essa empatia só acontece quando o professor sabe realmente o valor daquele texto e sabe explorar as suas possibilidades”.<br />
Só assim, segundo Viana, nasce o interesse no aluno. </p>
<p>Artista pernambucano da cidade de Araripina, Cacá Lopes também vê a importância do Cordel na sala de aula.<br />
Ele trabalha há 17 anos com o projeto cultural CORDEL NAS ESCOLAS, levando informações sobre o assunto para instituições de ensino públicas de São Paulo. Também cordelista, Lopes explica que o o objetivo é aproximar a produção da literatura de Cordel aos projetos de Educação e curriculares.<br />
A iniciativa tem o poder de incentivar a leitura e resgatar uma das mais autênticas expressões culturais do povo brasileiro. “O Cordel, durante muito tempo, foi o principal veículo de comunicação e de aprendizagem da nossa gente sertaneja”, lembra.<br />
Espaço privilegiado</p>
<p>Lopes explica que trabalhar os folhetos como ferramenta pedagógica não é obrigatório para as escolas, mas tem sido prática comum em instituições de ensino de todo o país.<br />
Inclusive nas instituições de Ensino Superior, por causa da importância e do grande valor que o Cordel tem na Educação. “Escolas e universidades ressaltam o valor cultural de rica variedade temática desse recurso literário”.<br />
Viana comenta que há várias maneiras para se trabalhar o Cordel em sala de aula. Ele propõe que, inicialmente, a melhor proposta é ler um folheto em voz alta. Primeiro o professor, depois os alunos. “A partir daí, as crianças vão adquirindo intimidade com o texto”.<br />
Com mais conhecimento sobre o assunto, os estudantes usarão o Cordel como qualquer outro material paradidático: apresentações teatrais, ilustrações baseadas no texto, questionários, debates sobre os temas apresentados, etc.<br />
Outra boa iniciativa é formar uma Cordelteca (biblioteca de Cordel) na escola. Nesse espaço, os alunos terão à disposição clássicos do gênero, folhetos que atravessaram gerações e também o melhor da nova produção poética do país. Para ele, tudo o que é necessário para que aluno e professor se aproximem mais do Cordel e passem a buscar os textos espontaneamente. Outra sugestão de Viana é levar os poetas à escola, para que eles realizem palestras e apresentações.<br />
As releituras de grandes obras da literatura brasileira e universal, adaptadas para o Cordel em novo formato, também são boa opção pedagógica.<br />
“É o caso de Corcunda de Notre-Dame em Cordel, de João Gomes de Sá, em que os famosos personagens da obra de Victor Hugo são transportados da França para uma pequena cidade do interior do Nordeste”, cita ele.<br />
Literatura menor?</p>
<p>O Cordel demorou tanto a chegar à sala de aula por causa do preconceito. Por quê? “Alguns desavisados ainda relacionam Cordel com poesia matuta e essa confusão contribui para deturpar a nossa arte e para que alguns acadêmicos ainda torçam o nariz e o vejam como uma arte menor”, aponta Viana.<br />
E complementa: “Isso não é verdade!” Inclusive para ter mais aceitação, muitos novos autores já procuram se adequar às normas gramaticais, o que não é uma exigência. “O Cordel é uma escola literária. Muitos representantes da nova geração são conscientes da importância do folheto como ferramenta auxiliar na Educação e procuram colocar as coisas em seu devido lugar”, completa.<br />
Brasileiro importado<br />
É brasileiro sim, pois surge hoje do cotidiano dos nordestinos, mas a origem do Cordel é europeia.  Segundo o cordelista Arievaldo Viana, o estilo literário tem origem ibérica e veio na bagagem do colonizador europeu. Mas chegou ao Brasil meio pobre, sem assunto.<br />
“O romanceiro popular nordestino é seguramente o mais rico do mundo, tanto em quantidade de obras e autores, quanto na qualidade dos textos apresentados até aqui”, conta Viana.<br />
Contudo, a origem ibérica é questionável. Também cordelista, Cacá Lopes afirma que não há consenso sobre como o Cordel chegou ao Brasil.<br />
De acordo com Lopes, durante muitos anos, pesquisadores buscaram o caminho mais fácil para explicar a gênese do Cordel no país.<br />
“A maioria, até final da década de 80, atribuía ao Cordel uma herança ibérica, por achar que no Cordel brasileiro residiam elementos iguais e semelhantes ao produto português ou espanhol”.<br />
O problema é que o Cordel português é bem diferente do brasileiro. Aquele se pautava em reproduzir obras clássicas, mas não apresentava produção escrita própria e autônoma como a do Brasil.<br />
“Eles [os pesquisadores] teimavam em ignorar a originalidade do nosso produto e necessitavam de um cordão umbilical transatlântico para corroborar a importância do Cordel”, critica Lopes.<br />
Foi no Nordeste brasileiro mesmo que o Cordel ganhou vida. “A sua relevância histórica vem do Nordeste, que o transformou em uma das mais ricas manifestações culturais a partir das últimas décadas do século 19”.<br />
O que possibilitou isso, diz o cordelista, foi a chegada de quatro poetas paraibanos à Recife. Foram eles os responsáveis pela geração princesa do Cordel: Silvino de Pirauá de Lima, Leandro Gomes de Barros, João Martins de Athaíde e Francisco das Chagas Batista.</p>
<p>Quer saber mais?<br />
Para quem deseja entrar no mundo encantado dos Cordéis há várias opções:<br />
* Breve História da Literatura de Cordel</p>
<p>A dica é do cordelista Cacá Lopes. O livro foi escrito por Marco Haurélio e conta com o aval do doutor em Cordel (Ciência da Literatura), Aderaldo Luciano. A obra narra as origens do Cordel<br />
e apresenta suas influências na cena cultural brasileira.<br />
* Cordelivros</p>
<p>Essa é a dica do cordelista Arievaldo Viana. Ele indica a leitura de qualquercordelivro, mas há três específicos de sua autoria: A Raposa e o Canção, Padre Cícero, o Santo do Povo e A Ambição de Macbeth e a Maldade Feminina.<br />
* Série Literatura de Cordel na Escola – TV Escola</p>
<p>O caderno Escola também tem uma dica. A TV Escola fez uma série de cinco programas sobre a Literatura de Cordel na Escola, com o objetivo de discutir as origens desse gênero literário e sua presença nas escolas de Ensino Fundamental. Dá para conferir no site http://tvescola.mec.gov.br.</p>
<p>LINK PARA O JORNAL: http://www.tribunadoplanalto.com.br/escola/12705-no-ritmo-das-rimas-nordestinas</p>
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		<title>Administração Pública Brasileira desconhece a lei e não respeita direitos das pessoas portadoras de necessidades especiais</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 04:38:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SANDRO MORAES</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil é um dos países do Mundo que tem mais leis sociais. A própria Constituição Federal é um exemplo de uma Carta Magna entre as nações em desenvolvimento e desenvolvidas que garante direitos sociais a todo tipo de setor da sociedade. Mas como lei no Brasil é sempre mais uma, muitos juristas a consideram [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p style="text-align: justify;">O Brasil é um dos países do Mundo que tem mais leis sociais. A própria Constituição Federal é um exemplo de uma Carta Magna entre as nações em desenvolvimento e desenvolvidas que garante direitos sociais a todo tipo de setor da sociedade. Mas como lei no Brasil é sempre mais uma, muitos juristas  a consideram uma carta de boas intenções a ser colocada em prática. Nem mesmo os políticos que elaboram as leis as conhecem, quanto mais a população. No que se refere à lei da acessibilidade a legislação federal e pernambucana prevêem a construção de rampas em todas as calçadas e o seu nivelamento. Mas, na prática a realidade é outra. Quem é deficiente físico, auditivo, cadeirante nesse País sofre no dia a dia para se locomover, mesmo que possua engenhocas modernas como carrinhos a gasolina para cadeirantes mais abastados. Descer uma calçada, subir ou mesmo se locomover é um martírio para essas pessoas. Leia a matéria e a assista ao vídeo didático que a acompanha para você entender a questão.</p>
<p style="text-align: justify;">SANDRO MORAES<br />
ADVOGADO</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.araripina.com.br/wp-content/uploads/2011/07/cadeirante.jpg"><img title="cadeirante" src="http://www.araripina.com.br/wp-content/uploads/2011/07/cadeirante.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a></p>
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		<title>HISTÓRIAS DE LUTAS AGRÁRIAS É DESTAQUE NA BODEGA DO BRASIL</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 12:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 9 de abril, a partir das 16 horas, a Bodega do Brasil dará espaço para mais uma vertente da arte: a do cinema documental. Trata-se da exibição do filme A Voz do Campo, dirigido pela jornalista e poetisa pernambucana, Daniella Almeida. O filme narra o surgimento do movimento sindical rural de Pernambuco, [...]]]></description>
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No próximo dia 9 de abril, a partir das 16 horas, a Bodega do Brasil dará espaço  para mais uma vertente da arte: a  do cinema documental. Trata-se da exibição do filme A Voz do Campo, dirigido pela jornalista e poetisa pernambucana, Daniella Almeida.</p>
<p>O filme narra o surgimento do movimento sindical rural de Pernambuco, iniciado na década de 60, através da história de vida de Euclides Nascimento, líder fundador dos primeiros sindicatos rurais desse Estado. O vídeo aborda ainda questões sobre ditadura, conquistas da classe camponesa e lideranças rurais.  “Este filme é uma lição de vida para todos nós”, revela Daniella Almeida, diretora de A Voz do Campo. Na oportunidade, o público contará ainda com a presença de Euclides Nascimento, protagonista do documentário, que falará sobre a experiência de ter sua história registrada em um filme. </p>
<p>Lançado nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul , Pernambuco e Rio de Janeiro,  A Voz do Campo  é um registro histórico da luta agrária vivenciada em tempos difíceis não apenas em Pernambuco, mas, em todo território nacional. </p>
<p>Finalizado pela Cult Zone filmes de São Paulo, o filme tem na direção de arte a fotógrafa Ana Rosa Passos, locução do jornalista da CBN de Pernambuco, Joffre Melo e a trilha sonora é dos músicos Adiel Luna e Rafa da Rabeca, este útimo também presente no evento. O apoio cultural é do Projeto Dom Helder Câmara, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Núcleo de Documentação dos Movimentos Sociais da UFPE, Estúdio Art PE e o Centro Cultural Periferia no Centro, de São Paulo. Prestigie mais este destaque da Bodega do Brasil de abril. </p>
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		<title>DIA NACIONAL DA POESIA</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 14:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[14 de Março &#8211; Dia Nacional da Poesia. Venha ao recital poético em homenagem ao Dia Nacional da Poesia. Das 12h até as 14h. No Coreto da Praça Antonio Prado Das 12h até as 14h No Centro de São Paulo vai chover poesia Veja a programação! Letras, palavras alimentam o texto. O acasalamento das letras [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>14 de Março &#8211; Dia Nacional da Poesia.</p>
<p>Venha ao recital poético em homenagem ao Dia Nacional da Poesia.<br />
Das 12h até as 14h.<br />
No Coreto da Praça Antonio Prado<br />
Das 12h até as 14h<br />
No Centro de São Paulo vai chover poesia<br />
Veja a programação!</p>
<p>Letras, palavras alimentam o texto. O acasalamento das letras forma o que se tem de mais belo, o poema.<br />
A existência do poema nutre as mentes e corações, aliviando o ser muitas vezes embrutecido pelas crueldades rotineira da vida.<br />
Não pode o homem, a mulher amar a liberdade, a justiça e não ser amante da arte poética, com certeza dentro de si, há bibliotecas inteiras de livros de poesias, que em momentos especiais, de suas bocas, muitas vezes das vozes roucas, soltam, declamam versos fragmentados que impulsionam o viver dos que precisam caminhar, trilhando longas e penosas estradas. Seja lutando ou buscando um amor.<br />
Diante das crises capitalistas que caem como um fardo sobre as cabeças e ombros dos que produzem a riqueza da humanidade, a poesia surge como uma alavanca e diz: levanta-te força bruta, deixa o despertar invadir a tua mente, transformando em um ser consciente, em um sujeito histórico, que agora se guiara pela consciência da sua existência. “Trabalhador do mundo uniu-vos”<br />
            Bem que o dia da poesia poderia estar dedicado ao homem Karl Mark que colocou todas as suas energias em defesa dos explorados e oprimidos, já que foi no dia 14 de março, que ele partiu e nunca mais voltou, só sabemos de sua existência, por ter passado por essa morada, e deixado seu rastro, e muito bem escrito.<br />
Um verdadeiro clamor em defesa da classe trabalhadora.<br />
Os mélicos durante a ditadura pensavam que o dia era uma homenagem a Mark criador das ideias que alimentavam a luta pela libertação. Chegando a proibir as suas comemorações.<br />
            Mas, o dia 14 de março é dedicado a outro homem que nasceu nessa data, lá na fazenda Cabaceiras, Bahia, Brasil, também amante da liberdade e da justiça, que se indignou com a existência da escravidão, e que os seus poemas transformavam-se em navalha bem afiada, cortante, sangrando a carne, querendo o fim da escravidão. Poemas seus também eram lançados aos corações das amantes. Antonio Frederico de Castro Alves, ou simplesmente Castro Alves.<br />
            Hoje presenciando um mundo de crise, guerras, terremotos que devastam a natureza, jogando cada vez mais a humanidade para um beco sem saída.<br />
            Voltamos a fazer o chamado de Karl Mark “trabalhadores do mundo, uniu-vos” esse seria o poema da vez. Vamos acordar Mark, ele estar vivo.<br />
Vamos embalar a bandeira de liberdade e justiça tantas vezes erguida por Castro Alves.<br />
Queremos o14 de março. Dia Nacional da Poesia. Um dia que vamos às ruas panfletar poesias, soltando de nossas gargantas palavras que alimentem o grito de liberdade, estremecendo os pilares do podre poder.<br />
Colocando em xeque as parafernálias da desordem burguesa.<br />
Declamar, escrever poemas que reflitam e invadam a realidade em que vivemos e ajude a desnudá-la, abastecendo de novas energias nossos corações.<br />
Viva o Dia Nacional da Poesia.</p>
<p>Programação</p>
<p>12h00 Abertura-</p>
<p>12h30 Show Cacá Lopes – Declamando e Cantando<br />
12h50 Recital de Nando Poeta – Mulheres em Luta (homenagem ao dia Internacional das Mulheres)<br />
13h – Show Costa Senna – Cantando o universo do cordel<br />
13h20 – Recital de Pedro Monteiro &#8211;<br />
13h30 – Poetas convidados<br />
13h50 – Recital de Varneci Nascimento – O Cordel levando ao riso<br />
14h – Todos cantando a música da Caravana do Cordel<br />
LEVE O SEU POEMA</p>
<p> 14 de Março &#8211; Dia Nacional da Poesia.</p>
<p>Venha ao recital poético em homenagem ao Dia Nacional da Poesia.<br />
Das 12h até as 14h.<br />
No Coreto da Praça Antonio Prado<br />
Das 12h até as 14h<br />
No Centro de São Paulo vai chover poesia<br />
Veja a programação!</p>
<p>Letras, palavras alimentam o texto. O acasalamento das letras forma o que se tem de mais belo, o poema.<br />
A existência do poema nutre as mentes e corações, aliviando o ser muitas vezes embrutecido pelas crueldades rotineira da vida.<br />
Não pode o homem, a mulher amar a liberdade, a justiça e não ser amante da arte poética, com certeza dentro de si, há bibliotecas inteiras de livros de poesias, que em momentos especiais, de suas bocas, muitas vezes das vozes roucas, soltam, declamam versos fragmentados que impulsionam o viver dos que precisam caminhar, trilhando longas e penosas estradas. Seja lutando ou buscando um amor.<br />
Diante das crises capitalistas que caem como um fardo sobre as cabeças e ombros dos que produzem a riqueza da humanidade, a poesia surge como uma alavanca e diz: levanta-te força bruta, deixa o despertar invadir a tua mente, transformando em um ser consciente, em um sujeito histórico, que agora se guiara pela consciência da sua existência. “Trabalhador do mundo uniu-vos”<br />
            Bem que o dia da poesia poderia estar dedicado ao homem Karl Mark que colocou todas as suas energias em defesa dos explorados e oprimidos, já que foi no dia 14 de março, que ele partiu e nunca mais voltou, só sabemos de sua existência, por ter passado por essa morada, e deixado seu rastro, e muito bem escrito.<br />
Um verdadeiro clamor em defesa da classe trabalhadora.<br />
Os mélicos durante a ditadura pensavam que o dia era uma homenagem a Mark criador das ideias que alimentavam a luta pela libertação. Chegando a proibir as suas comemorações.<br />
            Mas, o dia 14 de março é dedicado a outro homem que nasceu nessa data, lá na fazenda Cabaceiras, Bahia, Brasil, também amante da liberdade e da justiça, que se indignou com a existência da escravidão, e que os seus poemas transformavam-se em navalha bem afiada, cortante, sangrando a carne, querendo o fim da escravidão. Poemas seus também eram lançados aos corações das amantes. Antonio Frederico de Castro Alves, ou simplesmente Castro Alves.<br />
            Hoje presenciando um mundo de crise, guerras, terremotos que devastam a natureza, jogando cada vez mais a humanidade para um beco sem saída.<br />
            Voltamos a fazer o chamado de Karl Mark “trabalhadores do mundo, uniu-vos” esse seria o poema da vez. Vamos acordar Mark, ele estar vivo.<br />
Vamos embalar a bandeira de liberdade e justiça tantas vezes erguida por Castro Alves.<br />
Queremos o14 de março. Dia Nacional da Poesia. Um dia que vamos às ruas panfletar poesias, soltando de nossas gargantas palavras que alimentem o grito de liberdade, estremecendo os pilares do podre poder.<br />
Colocando em xeque as parafernálias da desordem burguesa.<br />
Declamar, escrever poemas que reflitam e invadam a realidade em que vivemos e ajude a desnudá-la, abastecendo de novas energias nossos corações.<br />
Viva o Dia Nacional da Poesia.</p>
<p>Programação</p>
<p>12h00 Abertura-</p>
<p>12h30 Show Cacá Lopes – Declamando e Cantando<br />
12h50 Recital de Nando Poeta – Mulheres em Luta (homenagem ao dia Internacional das Mulheres)<br />
13h – Show Costa Senna – Cantando o universo do cordel<br />
13h20 – Recital de Pedro Monteiro &#8211;<br />
13h30 – Poetas convidados<br />
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LEVE O SEU POEMA</p>
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		<title>O FUTURO DO CORDEL É NA SALA DE AULA</title>
		<link>http://www.araripina.com.br/o-futuro-do-cordel-e-na-sala-de-aula</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Jan 2011 18:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Postado CACÁ LOPES TEXTO DO POETA MARCO HAURÉLIO A Literatura de Cordel, desde o século XIX, com Silvio Romero, vem chamando a atenção dos estudiosos. Infelizmente, com o tempo, os estudos sobre a poesia do povo foram sendo direcionados para áreas como o Folclore e a etnografia. O insólito e o pitoresco foram valorizados e [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Postado CACÁ LOPES </p>
<p>TEXTO DO POETA MARCO HAURÉLIO </p>
<p>A Literatura de Cordel, desde o século XIX, com Silvio Romero, vem chamando a atenção dos estudiosos. Infelizmente, com o tempo, os estudos sobre a poesia do povo foram sendo direcionados para áreas como o Folclore e a etnografia.</p>
<p> O insólito e o pitoresco foram valorizados e a contribuição dos novos poetas parecia relegada ao esquecimento. Contudo, um novo fenômeno estava surgindo: com a desagregação da família tradicional, por influxo de fatores múltiplos, a escola passou a ocupar mais tempo na vida das pessoas. </p>
<p>E o Cordel, como tradição móvel, foi paulatinamente sendo adotado nas salas de aula graças ao esforço conjunto de professores e poetas populares. </p>
<p>O Cordel, à semelhança do Cinema, aborda os mais variados temas distribuídos em gêneros os mais diversos. As boas histórias dramáticas arrancam lágrimas e soluços; as cômicas propiciam generosas risadas embaladas pelas travessuras de João Grilo, Cancão, Malazarte e outros anti-heróis. </p>
<p>Os valentões do Cordel nada ficam a dever aos durões do Cinema. Além das histórias de amor, que também na literatura popular, seguem embalando o sonho de muitas gerações. </p>
<p>O Cordel que chega às escolas é um cordel maduro que não foge a tradição nem faz vistas grossas aos grandes problemas atuais, como as guerras fratricidas e as várias faces do preconceito. O objetivo de Arievaldo Viana, no Ceará com o projeto ACORDA CORDEL NA SALA DE AULA, e é chamar a atenção para algo que já está acontecendo em vários lugares deste país. Experiências fragmentárias, mas importantes, agora enriquecidas com esse “manual” escrito por alguém que conhece como poucos a arte do Cordel, da qual é tributário e por isso mesmo tem prestado inestimáveis serviços. </p>
<p>Marco Haurélio</p>
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		<title>SOBRE EDUCAÇÃO E CULTURA</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 23:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Feliz do país que não esquece o seu povo Feliz do país que sabe o que é nação Feliz do país que sabe o que é cultura Feliz do país que não esquece de educar, de ensinar, de mostrar a grandeza do seu povo Feliz o povo que forma o seu país É o caso [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Feliz do país que não esquece o seu povo<br />
Feliz do país que sabe o que é nação<br />
Feliz do país que sabe o que é cultura<br />
Feliz do país que não esquece de educar, de ensinar,<br />
de mostrar a grandeza do seu povo<br />
Feliz o povo que forma o seu país<br />
É o caso do Brasil: país novo, de gente nova e decidida a aprender e a ensinar através da cultura o que há de melhor no mundo: o próprio povo<br />
É a partir de um princípio que se chega a um ponto. E o ponto é: formar<br />
A partir de uma idéia, se forma<br />
Sem educação é impossível chegar ao ponto<br />
Educação é cultura; e cultura popular (hábitos e ensinamentos que vêm do povo) é identidade de um país<br />
Aprender é fundamental; ensinar, mais do que necessário<br />
Um soma com um, com outro, com outros. Solidariedade e partilha são sinônimos de cidadania.</p>
<p>Assis Ângelo</p>
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		<title>Projeto de CACÁ LOPES É SELECIONADO PELO MINISTÉRIO DA CULTURA</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 11:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura publicou hoje (12 de novembro) no Diário Oficial da União (Seção 1, páginas 4 a a portaria com os projetos habilitados no Edital Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010 – Edição Patativa de Assaré. Ao todo, o MinC recebeu 688 inscrições e habilitou 617. Serão selecionadas 200 iniciativas culturais [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p> O Ministério da Cultura publicou hoje (12 de novembro) no Diário Oficial da União (Seção 1, páginas 4 a <img src='http://www.araripina.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> a portaria com os projetos habilitados no Edital Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010 – Edição Patativa de Assaré.  </p>
<p>Ao todo, o MinC recebeu 688 inscrições e habilitou 617.   Serão selecionadas 200 iniciativas culturais vinculadas à criação e produção, pesquisa, formação e difusão da Literatura de Cordel e linguagens afins (xilogravura, repente, coco e embolada, entre outras) com premiação total de R$ 3 milhões. Trata-se do primeiro apoio oficial do MinC ao setor, desde a regulamentação da profissão em janeiro deste ano.</p>
<p>            Os estados do Ceará (158 inscritos), Pernambuco (125) e São Paulo (82) foram os que enviaram a maior quantidade de projetos. O diretor de Livro, Leitura e Literatura do MinC, Fabiano dos Santos Piúba, explica que o prêmio é resultado das demandas apresentadas no Seminário de Políticas Públicas para Cordel, realizado em maio de 2009. </p>
<p>“Esse prêmio vem atender a necessidade de ressaltar a Literatura de Cordel e linguagens afins como patrimônio imaterial do Brasil, entendendo sua unicidade e papel central na construção da identidade e da diversidade cultural brasileira”, diz.</p>
<p>            A categoria voltada para a Criação e Produção (apoio à edição e reedição de folhetos de cordel, livros, CDs e DVDs) foi a que recebeu a maior quantidade de inscrições: 323 propostas, sendo 284 habilitadas. Os estados do Ceará (85 inscritos), São Paulo (42) e Rio Grande do Norte (29) foram os que enviaram a maior quantidade de projetos nesta categoria.</p>
<p>            Na categoria destinada à Pesquisa (dissertações de mestrado, teses de doutorado ou reedição de livros) foram inscritos 27 projetos, sendo quatro inabilitados. O Ceará foi o estado com a maior quantidade de pesquisas inscritas: sete.</p>
<p>            O MinC recebeu 116 propostas para a categoria de Formação (projetos que contribuam para a formação de profissionais que atuam em áreas que dialogam com a Literatura de Cordel e suas linguagens afins, como cursos, seminários, etc), habilitando 109.  Nesta categoria, o estado de Pernambuco foi o que enviou a maior quantidade de projetos (24), seguido do Ceará (22) e Rio Grande do Norte (11).</p>
<p>            A categoria de Difusão (eventos e produtos culturais que contribuam para a valorização e propagação da cultura popular, como feiras, mostras, festivais e outras iniciativas) foi a segunda com maior quantidade de inscrições:  217. Deste total, 201 foram habilitados. Pernambuco (49 inscritos), Ceará (44) e São Paulo (26) foram os estados com maior quantidade de projetos enviados nesta categoria.</p>
<p>            O prêmio é uma das ações do Programa Mais Cultura, que inclui a cultura na agenda social do País e é pautado na integração e inclusão de todos os segmentos sociais, na valorização da diversidade e do diálogo com os múltiplos contextos da sociedade.  O resultado completo do edital encontra-se nos sites do Ministério da Cultura  e  do Mais Cultura. </p>
<p>Autor: neila.baldi</p>
<p>Nota: Cacá Lopes, cantor, compositor e cordelista Araripinense foi contemplado com o projeto de um CD denominado &#8221; CANTIGAS E CORDÉIS&#8221;, que será gravado brevemente. O artista de Araripina receberá 22 mil reais para produzir esse trabalho .</p>
<p>Categoria: Livro e Leitura, Notícias, Políticas, Programas e Ações</p>
<p>Tags: Cordel, Editais e Premiações, literatura de cordel</p>
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		<title>CARAVANA DO CORDEL &#8211; DOIS ANOS DE HISTÓRIA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 23:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CARAVANA DO CORDEL – DOIS ANOS DE HISTÓRIAS E HISTÓRIA Por Marco Haurélio A Caravana do Cordel, completou, oficialmente, no último dia 7 de novembro de 2010, dois anos de atividades exitosas em São Paulo e em outros estados desse Brasil imenso. A primeira atividade deu-se em Guarulhos-SP, quando nos dias 7 e 8 de [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>CARAVANA DO CORDEL – DOIS ANOS DE HISTÓRIAS E HISTÓRIA<br />
Por Marco Haurélio</p>
<p>A Caravana do Cordel, completou, oficialmente, no último dia 7 de novembro de 2010, dois anos de atividades exitosas em São Paulo e em outros estados desse Brasil imenso.</p>
<p>A primeira atividade deu-se em Guarulhos-SP, quando nos dias 7 e 8 de novembro de 2008, a Biblioteca Monteiro Lobato foi palco do I Salão da Literatura de Cordel.</p>
<p>No início de 2009, a Caravana recepcionou o poeta Pernambucano Wladimir Cazé, que veio a São Paulo, lançar o Folheto do Carnaval.</p>
<p>O grande salto, porém, se deu em julho de 2010, com o início das atividades regulares no Espaço Centro Cineclubista de São Paulo, na famosa rua Augusta. Outros palcos importantes da Capital e de Cidades Paulistas também foram ocupados, com destaque para o Espaço Plínio Marcos – O Autor na Praça, em Pinheiros, o auditório da APEOESP e a Biblioteca Temática de Cultura Popular Belmonte, situada em Santo Amaro.</p>
<p>Embora não dê para falar de todas as atividades, ressaltamos a presença da Caravana do Cordel em várias cidades como: São Bernardo do Campo, Mauá, Santo André, Paranapiacaba, Serra Negra, Sorocaba, Cubatão, ambas em São Paulo, Uberlândia e Guaxupé-MG, entre outras.</p>
<p>O Grupo Original tem sete fundadores: João Gomes de Sá, Varneci Nascimento, Marco Haurélio, Nando Poeta, Costa Senna, Pedro Monteiro e Cacá Lopes.</p>
<p>Outros poetas que foram agregando: Moreira de Acopiara, Aderaldo Luciano, Aldy Carvalho, Luiz Wilson, Jackson Ricarte,<br />
Eufra Modesto, Cleusa Santo, Benedita Delazari, Daniela Almeida, Cícero Pedro da Silva, Sebastião Marinho, José Araújo,<br />
Pedro Costa, Assis Coimbra, Jocélio Amaro, Fatel Barbosa, Júbilo e Ornela Jacobino, Dé Pajeú, Rhayfer, etc.</p>
<p>Hoje, o movimento, ampliado, reúne ainda, além de Cordelistas, Folcloristas, Músicos, Pesquisadores, entusiastas e admiradores da Literatura de Cordel, a grande contribuição do Nordeste à cultura brasileira.<br />
Serviço:<br />
O Mundo do Cordel para todo o Mundo<br />
CARAVANA DO CORDEL</p>
<p>Será motivo de muita alegria contar com a sua presença em nossa festa de aniversário.</p>
<p>Local: Memorial da América Latina – Biblioteca Victor Civita<br />
Av. Auro Soares de Moura, 664 – Portão 6<br />
Metrô Barra Funda-SP<br />
Sábado Dia 13 / 11 /2010<br />
Das 15:00 às 19:30m<br />
Entrada Franca</p>
<p>Programação:</p>
<p>Feira Literária de Cordel (compra e venda);<br />
Poetas Cordelistas e Repentistas;<br />
Exposição de Xilogravuras;<br />
Apresentação Musical;<br />
Lançamento de Livros e Folhetos;<br />
Editores e Editoras;<br />
Recital e Cantoria.</p>
<p>Participações:</p>
<p>Big Band Dissidentes – Guarulhos-SP;<br />
Quarteto de Cordas – Cotia-SP;<br />
Waldeck de Garanhuns-PE;<br />
Trio Arcoverde-PE;<br />
Cerimonial: Celso Alencar-PA.</p>
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		<title>CULTURA POPULAR X GOVERNO</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 14:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista Paraibano Assis Ângelo publicou recentemente em seu blog, esse artigo no qual reconhece a valorização do governo Lula a Cultura Popular. Para Assis, é necessário dizer que quem dá cultura à um país, em qualquer país, é o seu próprio povo. No Brasil, não poderia ser diferente. Lá atrás, bem atrás, nos anos [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>O jornalista Paraibano Assis Ângelo publicou recentemente em seu blog, esse artigo no qual reconhece a valorização do governo Lula a Cultura Popular.</p>
<p>Para Assis, é necessário dizer que quem dá cultura à um país, em qualquer país, é o seu próprio povo.</p>
<p>No Brasil, não poderia ser diferente.<br />
Lá atrás, bem atrás, nos anos 30, Getúlio Vargas esboçou iniciativas parecidas como as de hoje, de valorização à cultura, quando deu carta branca ao maestro Villa-Lobos para fazer na área o que julgasse melhor.<br />
O canto orfeônico é desse tempo; os corais, o ensino musical nas escolas, também.<br />
Vargas abriu caminho e Lula tocou em frente.</p>
<p>Até onde eu sei o ministro Juca Ferreira não tem medido esforço para trazer à tona as diversas manifestações culturais do Brasil.<br />
E isso é muito bom.<br />
Só não ver, quem não quer.<br />
Pelo noticiário, tomo conhecimento do destempero de José Serra, que seus áulicos queriam que o povo o chamasse de Zé.<br />
Só, Zé.<br />
Somente Zé.<br />
Mas só agora quando a terra se abre a seus pés, é que o quase Zé diz ser a cultura algo importante para o País.<br />
Ora, ora, como acreditar em alguém que sempre teve tudo para reconhecer na prática a riqueza da cultura brasileira e nesse sentido nada fez?<br />
Lembro o quase Zé dizendo em debate para governador de São Paulo, na TV Globo, que a cultura popular &#8211; sim, ela mesma, com todas as letras &#8211; seria uma de suas prioridades.<br />
Pois bem, ele ganhou e nunca fez da cultura prioridade alguma.<br />
Está, pois, colhendo que plantou.</p>
<p>Em Exu, PE, o quase Zé deu entrevista dizendo que fora amigo do rei do Baião, Luiz Gonzaga.<br />
Logo depois, o colega jornalista Paulo Henrique Amorim me perguntou se isso era verdade. Repondi que não, que o caso era de oportunismo político.<br />
Isso correu pela Internet.</p>
<p>Na Internet agora também se acha nota de repúdio à fala do quase Zé, assinada pelo ministro Juca.<br />
Trechos:<br />
- O orçamento da cultura no governo Federal saltou de R$ 287 milhões, em 2003, para R$ 2,2 bilhões, em 2010.<br />
- O salto de quase dez vezes atesta a importância que a cultura tem para o governo Lula. </p>
<p>- A própria renúncia fiscal saiu de R$ 400 milhões para mais de R$ 1 bilhão. </p>
<p>- Os recursos são, hoje, distribuídos para o Brasil inteiro, sem discriminação de regiões, de orientação artística ou ideológica, e na mais absoluta liberdade de expressão.<br />
- O projeto de lei para modernização do Direito Autoral, amplamente debatido pela imprensa e pelo setor cultural, aumenta a transparência do sistema de arrecadação no Brasil. </p>
<p>- A suposta estatização do Ecad não existe no projeto e é apenas uma leitura marota.<br />
- Se houver disposição de compreender estes avanços, basta comparar qualquer aspecto da política cultural do governo Lula com a do governo anterior.<br />
- A agenda cultural é fundamental para a qualidade de vida das pessoas e para o desenvolvimento do País. </p>
<p>- Não há qualquer contribuição à cultura quando o tema é tratado dessa forma, pois pouco contribui para consolidar as grandes conquistas do setor cultural nos últimos anos. Não contribui para avançar, e pode até mesmo ajudar a rebaixar a importância da cultura nesse momento de definição das políticas dos próximos anos. </p>
<p>- É lamentável que um candidato ao cargo máximo do País trate a cultura de maneira tão superficial e sectária.<br />
Eu também acho. </p>
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		<title>ANTES DE PENSAR NO SUCESSO, AME A MÚSICA!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 19:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Republico no araripina, artigo de um jornalista Paraibano, Antonio Carlos, que há quase uma década anos criou uma Revista Online(www.ritmomelodia.mus.br),para divulgar a música de qualidade que se faz no nosso País. Nestes 9 anos editando a Ritmo Melodia fiz contato com vários músicos, seja os que entrevistei ou não. Percebo que muitos músicos amam mais [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Republico no araripina,  artigo de um jornalista Paraibano, Antonio Carlos, que há quase uma década anos criou uma Revista Online(www.ritmomelodia.mus.br),para divulgar a música de qualidade que se faz no nosso País. </p>
<p>Nestes 9 anos editando a Ritmo Melodia fiz contato com vários músicos, seja os que entrevistei ou não. Percebo que muitos músicos amam mais o sucesso que a música. Seja os que já chegaram ao sucesso ou aqueles que ainda nem começaram subir a montanha. </p>
<p>Muitos não dão importância para música nem para a arte musical. Não se preocupam em ter uma formação musical, seja teórica, histórica, estética ou filosófica. Acreditam que nasceram com o DOM musical e isso basta. Estudar pra que? Isso é coisa para os músicos eruditos (que vivem nas cavernas e labirintos dos sons complexos e que não sonham com a fama nem que suas músicas toquem nas FMs nem querem aparecer nos programas de TV). Para os músicos que fazem música popular o que importa é ser ídolo. Querer ter êxito na profissão é um desejo e direito legítimo. Ganhar o sustento e ser reconhecido pelos frutos do próprio trabalho é digno. Desejar o sucesso não é o problema. Principalmente quando fazemos aquilo que nos dá prazer. Mas a dedicação exclusiva pelo sucesso a qualquer custo já deu exemplos desastrosos na história da música popular (com algumas histórias bizarras de casos de polícia e tratamento psiquiátricos). O deslumbramento quando vem antes da consciência da obra que está construindo é o grande “Calcanhar de Aquiles” dos músicos populares. Na história da música erudita existiram e existem os egocêntricos, megalomaníacos e pescadores da fama. Mas estes músicos de alguma forma amam a música, seja por vocação ou por dedicação exaustivas aos estudos. Da mesma forma que existe músico popular que se dedica ao estudo da música e do seu instrumento. Mas a maioria não lê biografias de músicos ou livros sobre a história da música popular. E por isso, repetem os erros do passado, ao invés de corrigirem. Confirmando a máxima de quem não conhece o passado não evolui no futuro.  </p>
<p>O sucesso midiático espontâneo é uma ilusão. Pra atingir este sucesso a boa qualidade da obra musical é o que menos importa. No passado o músico ou banda recebi cachê para se apresentarem programa de auditório no rádio e na TV. Hoje quem quiser ter sua música na mídia (rádio e TV) paga caro. Músico ingênuo sonha com a sorte vê sua música tocar de graça. Outros vão pagar mico em programas dominical para mostrar sua arte. Na internet ainda existe espaço que não cobram ao músico para divulgar sua obra. Por enquanto. Em breve adotarão a metodologia das rádios e TVs comerciais. O músico que não faz música como arte, mas só como entretenimento está fadado a amar mais o sucesso que a música. O músico que ama a música e faz música como arte já atingiu o sucesso em deixar sua obra para os contemporâneos e para gerações futuras. O sucesso profissional é feito degrau por degrau como em qualquer outra profissão. O músico é um profissional liberal, autônomo e empreendedor. Responsável pelo planejamento da gravação das músicas, a prensagem do disco (CD), a distribuição online e física do CD.  </p>
<p>E principalmente por manter o contato direto com seu ouvinte. Receber elogios e críticas por e-mail ou direto pelo MSN (Messenger).  Descer do trono intocável de ser “O Artista”. O músico que no passado fazia sucesso por sua áurea misteriosa e divina já não tem espaço no mundo cibernético. Seja músico sem deixar ser humano. Seja simples e não simplório.</p>
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		<title>AGOSTO, O MÊS DO FOLCLORE</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 12:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mês de agosto é conhecido popularmente como o mês do folclore, o mês do cachorro louco. Republico trechos de um artigo escrito pelo meu amigo Marco Haurélio, escritor, folclorista e poeta colega da Caravana do Cordel. O texto original foi publicado na Revista Páginas Amarela, da editora Paulus e divulgado nas escolas. com o [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>O mês de agosto é conhecido popularmente como o mês do folclore, o mês do cachorro louco. Republico trechos de um artigo escrito pelo meu amigo Marco Haurélio, escritor, folclorista e poeta colega da Caravana do Cordel.</p>
<p>O texto original foi publicado na Revista Páginas Amarela, da editora Paulus  e divulgado nas escolas. com o Título Folclore e Identidade.<br />
Abaixo, leia trechos do artigo: </p>
<p>A palavra folclore (em inglês folk-lore) foi empregada pela primeira vez em 22 de agosto de 1846. O arqueólogo inglês Willians Johns Thoms, em artigo endereçado à revista The Atheneum, assinado sob o pseudônimo Ambrose Merton, foi o pioneiro. O termo abrangia o que Thoms entendia por “antiguidades populares”: contos, lendas, provérbios, mitos, romances, crenças, rifões superstições etc. </p>
<p>Nesse artigo, nota-se a preocupação com o desaparecimento das tradições populares face à modernização dos costumes. A mesma apreensão já havia levado dois filólogos alemães, os irmãos Jakob e Wilhelm Grimm, a coletarem histórias e lendas do povo de seu país, reunidas posteriormente no Kinder- und Hausmärchen (Contos da criança e do lar, 1812), a mais famosa coletânea de contos populares já feita. </p>
<p>No Brasil, a partir dos pioneiros Celso de Magalhães (1849-1879), Couto de Magalhães (1836-1898) e Silvio Romero (1851-1914)), pesquisadores das mais diversas áreas vêm dedicando tempo e envidando esforços na tentativa de entender as manifestações da cultura espontânea.</p>
<p> Com Cantos populares do Brasil e Contos populares do Brasil, o sergipano Silvio Romero deu o impulso necessário à pesquisa do folclore, embora seu trabalho se detivesse mais na recolha de modalidades da literatura oral do que no estudo do material.</p>
<p> A publicação do livro O folclore, por João Ribeiro, a partir de conferências realizadas na Biblioteca Nacional em 1913, é o marco inicial dos estudos sistemáticos do folclore brasileiro. </p>
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		<title>RETOMADA DA BODEGA DO BRASIL</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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<p>Música, teatro e poesia. Tudo de graça. A Bodega do Brasil movimento conhecido por fomentar a cultura popular das mais variadas formas, a partir de 17 de julho acontecerá todo terceiro sábado de cada mês, no Ponto de Cultura Espaço Cultural Periferia no Centro, no prédio da Ação Educativa, localizado no Centro de São Paulo.<br />
 Um point para cantores, atores, poetas e outros artistas dos mais diversos gêneros da cultura popular, a Bodega tem como objetivo, fortalecer e divulgar a classe artística perante seu público e seus meios socias.<br />
Coordenada pelos artistas Costa Senna, Daniella Almeida, Cacá Lopes e Júbilo Jacobino, o movimento acontece mensalmente, com encontros que levam o melhor do gênero cultural num só lugar.  Canjas, performances e improvisos fazem parte de suas apresentações seguindo um roteiro autêntico e despojado.  “A Bodega funciona como ponto de encontro de artistas e apreciadores de uma cultura genuína”, afirma o cantor Costa Senna.<br />
Papo de Bodega, A Hora da Canja e o Arranjo poético, são alguns dos momentos da Bodega do Brasil, reveladores de manifestações artísticas inesquecíveis. O movimento também oferece uma extensa variedade de produtos e artigos culturais tais como: CD’s, DVD’s, livros, cordéis, além de exposições fotográficas e artesanatos diversos. A Bodega do Brasil também permite ao público, um maior conhecimento na área da cultura popular, através do acesso a seus artistas e pesquisadores. Tudo isso em um ambiente criativo e pra lá de original.<br />
A Bodega ainda conta com o apoio do Programa cultural Pintando o Sete, da rádio Imprensa (102,5 Fm), comandado nas manhãs de domingo pelo poeta e cantor Luiz Wilson e a produção da cantora Fatel Barbosa. A Pastoral do Migrante e a livraria eletrônica Compre Cultura também apóiam o movimento.<br />
Serviço:<br />
Bodega do Brasil, um manifesto cultural.<br />
Todo terceiro sábado do mês. Estreia: 17 de julho às 17h.<br />
Local &#8211; Ponto de Cultura Espaço Cultural Periferia no Centro (Ação Educativa)<br />
Rua General Jardim, 660, Vila Buarque-SP.<br />
Outras informações: 11- 6689-8961<br />
www.bodegadobrasil.blogspot.com<br />
Comunicação: bodega@danialmeida.com</p>
<p>2 anexos — Baixar todos os anexos<br />
logo bodega.jpg<br />
298K   Visualizar   Baixar </p>
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		<title>CORDEL NAS ESCOLAS</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 13:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>CORDEL NAS ESCOLAS</p>
<p>O Projeto Cultural MÚSICA e CORDEL NAS ESCOLAS, é apresentado há 16 anos nas Escolas Estaduais e Municipais de São Paulo, pelo artista Pernambucano CACÁ LOPES, um dos grandes divulgadores da Literatura de Cordel.</p>
<p>Tem como objetivo reconhecer a importância do Cordel enquanto patrimônio histórico e cultural do nosso povo;</p>
<p>E estimular a leitura folhetos de cordel e de livros adaptados na linguagem cordeliana junto a alunos, professores e a comunidade escolar.</p>
<p>Esse Projeto não recebe incentivos do poder público, e no momento conta apenas com a parceria da Editora Luzeiro e da ONG AVIB.</p>
<p>Usando o Cordel como ferramenta pedagógica, CACÁ LOPES já esteve em aproximadamente 400 Unidades Escolares e apresentou para milhares de alunos e professores a Literatura de Cordel brasileira, considerada a mais perfeita forma de expressão popular literária em todo o mundo. Durante vários anos, esse projeto foi feito em parceria com outro poeta, o cearense Costa Senna.</p>
<p>No Nordeste, existem projetos semelhantes, um deles, do Ceará, é o Acorda Cordel na Sala de Aula, de Arievaldo Viana.</p>
<p>Hoje, a Literatura de Cordel está conquistando cada vez mais espaço nos diversos setores da sociedade, com visibilidade na mídia, no mercado editorial através do projeto Clássicos em Cordel, e reconhecimento nacional e até internacional. E já existe até o movimento-escola denominado CARAVANA DO CORDEL, projeto coletivo formado por poetas populares, que busca fortalecer a poesia popular em suas múltiplas manifestações.</p>
<p>CACÁ LOPES é cantor, compositor, violonista, cordelista e educador social. Nasceu em Araripina-PE, no sopé da Serra do Araripe, região encantada que deu à humanidade Patativa do Assaré E Luiz Gonzaga, referenciais em sua arte.</p>
<p>Com seis CDs lançados no estilo MPB/regional o autor, entre outros, de O Cordel da Trava-língua, A Invasão do Estrangeirismo, além da versão em Cordel da Cinderela, de Perrault pela Editora Claridade.</p>
<p>Morando em São Paulo, há 26 anos, CACÁ LOPES vem ganhando destaque pelo trabalho que faz levando o Cordel para a Sala de Aula, promovendo sua produção e Clássicos do gênero. Em suas apresentações tem: violão, gaita, música, trava-língua, cantigas e cordéis.</p>
<p>E em seu bisaco, ainda pode-se encontrar O Pavão Misterioso, Os Cabras de Lampião, Coco Verde e Melancia, O Massacre de Canudos, Presepadas de Chicó e Astúcias de João Grilo e outros títulos consagrados pelo público.</p>
<p>CONTATOS:<br />
11-2557-9344<br />
11-9738-4522( Operadora Vivo)</p>
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		<title>A HORA E A VEZ DA LITERATURA DE CORDEL</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 13:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Culturas Populares &#8211; Literatura de Cordel</p>
<p>Poetas, editores, produtores e pesquisadores que atuam com as culturas populares têm, agora, um prêmio de incentivo a suas produções. É a primeira ação de fomento ao segmento desde a regulamentação da profissão, em 14 de janeiro. O anúncio do lançamento da premiação foi feito pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, na última quinta-feira, 11 de março, durante a abertura da II Conferência Nacional de Cultura, em Brasília. O Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010 &#8211; Edição Patativa de Assaré fará a seleção de 200 iniciativas culturais vinculadas à criação e produção, pesquisa, formação e difusão da Literatura de Cordel e linguagens afins, a exemplo da Xilogravura, do Repente, do Coco e da Embolada. O Edital contará com R$ 3 milhões em recursos, a serem distribuídos entre as iniciativas contempladas.<br />
As inscrições encerram-se no dia 26 de abril. Os interessados poderão concorrer em quatro categorias: Criação e Produção &#8211; apoio à edição e reedição de folhetos de cordel, livros, CDs e DVDs; Pesquisa &#8211; dissertações de mestrado, teses de doutorado ou reedição de livros publicados até 10 de março de 2010; Formação &#8211; projetos que contribuam para a formação de profissionais que atuam em áreas que dialogam com a Literatura de Cordel e suas linguagens afins, como cursos e seminários; e Difusão &#8211; eventos e produtos culturais que contribuam para a valorização e propagação da cultura popular, como feiras, mostras, festivais e outras iniciativas. O diretor de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional do MinC, Fabiano dos Santos Piúba, explica que o prêmio é resultado das demandas apresentadas no Seminário de Políticas Públicas para o Cordel, realizado em maio do ano passado. “Esse prêmio vem atender a necessidade de ressaltar a Literatura de Cordel e linguagens afins como patrimônio imaterial brasileiro, entendendo sua unicidade e papel central na construção da identidade e da diversidade cultural brasileira, bem como estabelecer um canal direto com poetas e cantadores populares que terão acesso a recursos para criação, produção, difusão, capacitação, pesquisa e projetos de formação leitora.”<br />
O Edital integra as ações do Programa Mais Cultura, que inclui a cultura na Agenda Social do país e é pautado na integração e inclusão de todos os segmentos sociais, na valorização da diversidade e do diálogo com os múltiplos contextos da sociedade. O apoio financeiro às iniciativas selecionadas será distribuído da seguinte forma: (Neila Baldi, Ascom DLLL SAI/MinC)</p>
<p>in: http://mais.cultura.gov.br/2010/03/15/culturas-populares-literatura-de-cordel/<br />
&#8211;<br />
Roberto Azoubel,<br />
Assessor da Representação Regional do Nordeste (Ministério da Cultura)<br />
fones: (81)32240561<br />
(81)97293757</p>
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		<title>ARTISTAS INAUGURAM BODEGA NA RUA AUGUSTA-SP</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 13:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma bodega no meio da Augusta. Espaço cultural BODEGA DO BRASIL, localizado na Rua Augusta, agita noites das sextas-feiras dia dedicado a cultura popular. O Projeto, idealizado pelos artistas: Cacá Lopes &#8211; cantor e compositor, Costa Senna &#8211; poeta/cordelista, Daniella Almeida &#8211; jornalista, Fatel Barbosa &#8211; cantora, Júbilo e Ornela Jacobino &#8211; músicos, e Luiz [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>Uma bodega no meio da Augusta.<br />
Espaço cultural BODEGA DO BRASIL, localizado na Rua Augusta, agita noites das sextas-feiras dia dedicado a cultura popular.</p>
<p>O Projeto, idealizado pelos artistas: Cacá Lopes &#8211; cantor e compositor, Costa Senna &#8211; poeta/cordelista, Daniella Almeida &#8211; jornalista, Fatel Barbosa &#8211; cantora, Júbilo e Ornela Jacobino &#8211; músicos, e Luiz Wilson &#8211; radialista/poeta;<br />
Inauguraram na última sexta-feira, 16, a Bodega do Brasil reúne músicos, artistas e simpatizantes da cultura popular brasileira.</p>
<p>Movimento, tem como principal objetivo, fortalecer ainda mais a cultura popular de forma atrativa e informativa ao público.</p>
<p>No Nordeste, uma Bodega é caracterizada pela venda de artigos práticos e utilitários ao dia-a-dia. Seguindo tal raciocínio, a cultura torna-se o principal produto da Bodega do Brasil, com artistas a oferecer muita música, literatura e seus artigos culturais tais como, CDs, DVDs, livros e afins, além de comidas regionais e bebidas. A festa vai até as 21h. “São Paulo possui muitos artistas do gênero popular regional e esse espaço reunirá o melhor da classe num só lugar”, revela Costa Senna, um dos organizadores do projeto.</p>
<p>Conhecido por organizar vários projetos culturais, o Centro Cineclubista de São Paulo, revela agora através da Bodega do Brasil, uma nova opção numa das ruas que mais reúnem tribos em São Paulo, a Rua Augusta. “A Bodega funcionará como ponto de encontro de amigos depois do trabalho. Sempre uma hora antes do fim da festa, um trio de forrozeiros esquentará o salão tocando muito forró pé-de-serra”, explica Cacá Lopes.</p>
<p>Serviço:<br />
Bodega Brasil- o tira gosto cultural da sua sexta-feira<br />
Todas as sextas-feiras das 17:30h às 21h<br />
Local- Centro Cineclubista- Rua Augusta, 1239, Conjunto 13 / 14 (próximo metrô Consolação)<br />
Entrada Franca<br />
Mais informações: 11 3120-4765 / 3214-3906</p>
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		<title>AS VÁRIAS FACES DO CORDEL</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 21:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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          <!-- boo-widget end --><p>Artigo publicado originalmente na revista Discutindo Literatura, com outro título.</p>
<p>Aqui, o texto com o título original: Assinado pelo Pesquisador e Caravaneiro Marco Haurélio</p>
<p>***</p>
<p>Entre abril e maio de 2001, uma mostra no SESC Pompéia, em São Paulo, com curadoria do escritor Audálio Dantas, celebrou os cem anos da Literatura de Cordel brasileira. Poetas, ilustradores, editores e repentistas se revezaram em apresentações, exposições e oficinas. Tudo certo, não fosse um detalhe: a literatura de cordel brasileira, em 2001, certamente já havia ultrapassado um século de existência. O que, evidentemente, não ofuscou o brilho do evento, nem diminuiu a importância da iniciativa. A dificuldade em se apontar o marco inicial se deve em parte à escassez de referência bibliográfica do período. Sílvio Romero, pioneiro dos estudos etnográficos e historiador literário, já fazia uso do termo “literatura de cordel&#8221; em Estudos sobre a poesia popular, de 1885. Por outro lado, Romero não destaca nenhum poeta em particular, o que leva a crer que estas publicações incipientes ainda não haviam atingido o padrão que imortalizaria o gênero na memória popular e na cultura brasileira.</p>
<p>O grande pioneiro</p>
<p>A travessia fatalmente seria feita. E, num Nordeste com forte cheiro de Idade Média, dominado pelo misticismo e por crenças impregnadas do atavismo da gesta carolíngia, o povo teve em Leandro Gomes de Barros, paraibano radicado no velho Recife, seu grande menestrel. Leandro começou a escrever por volta de 1893, e não parou mais. São dele alguns dos maiores clássicos do gênero: Juvenal e o dragão, O Cachorro dos Mortos, História da Donzela Teodora etc. A partir da gesta de Carlos Magno e dos Doze Pares de França, Leandro escreveu A Batalha de Oliveiros com Ferrabrás e A Prisão de Oliveiros. Obras que já ultrapassaram com folga a casa dos milhões de exemplares vendidos, e são reeditadas há mais de cem anos, ininterruptamente.</p>
<p>Mário de Andrade se inspirou em um cordel satírico de Leandro, A Vida de Cancão de Fogo e o seu Testamento, na estruturação da personagem compósita Macunaíma, que batiza uma das obras basilares da literatura brasileira. A esse respeito depõe o criador de Pauliceia Desvairada:</p>
<p>&#8220;Um Leandro, um Athayde nordestinos, compram no primeiro sebo uma gramática, uma geografia, ou um jornal do dia, compõem com isso um jornal de sabença, ou um romance trágico de amor, vivido no Recife. Isso é o Macunaíma e esses sou eu.&#8221;</p>
<p>O Athayde a quem se refere Mário de Andrade é o poeta e editor João Martins de Athayde, autor de História do Valente Vilela, romance sobre um cangaceiro perverso que um dia deixa a vida de crimes para se dedicar à ascese purificadora, tornando-se um místico. A história traz elementos da tenebrosa lenda medieval de Roberto do Diabo. O cangaceiro Vilela, personagem sem autenticação da história, arquétipo cristão de culpa e redenção, reaparecerá transfigurado em A Hora e a Vez de Augusto Matraga, um dos contos antológicos de Sagarana, de Guimarães Rosa.</p>
<p>Clássicos do cordel</p>
<p>Com Leandro Gomes de Barros surgiu, também, a figura do editor de cordel que escrevia, publicava e distribuía a sua produção. Com a morte de Leandro, Athayde adquiriu junto à viúva do grande poeta, D. Venustiniana, os direitos de publicação de boa parte de sua obra. Essa iniciativa foi em parte benéfica para o cordel, porque Athayde, a partir do Recife, profissionalizou a distribuição dos folhetos, adquiriu outras obras e, indiretamente, gerou dezenas de empregos, através dos muitos revendedores e agentes espalhados por feiras, mercados e pontos estratégicos, como estações de trem e portas de igrejas. Por outro lado, o editor Athayde simplesmente ignorava a autoria dos folhetos de cordel de sua propriedade e assinava todos em seu nome, inclusive os de Leandro. Essa atitude questionável dificultou a futuros pesquisadores a identificação da autoria de vários poetas.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Íntegra: http://marcohaurelio.blogspot.com/2009/12/as-varias-faces-do-cordel.html</p>
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		<title>A PRIMEIRA RÁDIO DE ARARIPINA</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 22:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cacá Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A PRIMEIRA RÁDIO&#8230; Literatura de Cordel Por: CACÁ LOPES Cultura de Araripina A antiga Rádio local, Gerente Arnaldo Laje, Locutores do dial Orlando e Gilvan Gomes Falavam pro pessoal. Tinha também Josafá Reis, novo na locução, A abrangência no entanto Pouco mais de um quarteirão Pois era comunitária Novidade na região. Gilvan era proprietário De [...]]]></description>
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          <!-- boo-widget end --><p>A PRIMEIRA RÁDIO&#8230;<br />
Literatura de Cordel<br />
Por: CACÁ LOPES</p>
<p>Cultura de Araripina<br />
A antiga Rádio local,<br />
Gerente Arnaldo Laje,<br />
Locutores do dial<br />
Orlando e Gilvan Gomes<br />
Falavam pro pessoal.</p>
<p>Tinha também Josafá<br />
Reis, novo na locução,<br />
A abrangência no entanto<br />
Pouco mais de um quarteirão<br />
Pois era comunitária<br />
Novidade na região.</p>
<p>Gilvan era proprietário<br />
De uma Amplificadora<br />
Movida a luz de motor<br />
Chamada de Difusora<br />
Esse antigo equipamento<br />
Da cultura é propulsora.</p>
<p>A Voz de Araripina<br />
Era o nome oficial<br />
O som dos alto-falantes<br />
Fanhosos meridional<br />
Nas ruas e nas esquinas<br />
Programa sentimental.</p>
<p>Extraído do Livro Ainda não publicado: &#8220;ARARIPINA EM CORDEL&#8221; &#8211; LENDAS E TRADIÇÕES do Autor CACÁ LOPES.</p>
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